Quarta-Feira, 22 de Janeiro de 2020
 

Academia Andradinense de Letras realiza primeira reunião do ano

Andradina – Na manhã de sábado (11), a AAL - Academia Andradinense de Letras realizou a primeira reunião do ano, sendo também a primeira após o falecimento do então presidente Ronaldo Mainardi.

Na ocasião a jornalista Márcia Canevari assumiu a presidência, tendo o professor Cido Gomes como diretor artístico e primeiro tesoureiro; Dr. Nei Fernando Vital Pinto (diretor jurídico) e contou com a presença dos membros, professor Moisés da Silva; Pastor João Gilberto Romano; Hélio Consolaro e a viúva D. Iracema Mainardi, que fez questão de participar da reunião, ocupando respeitosamente a cadeira do marido.

A pauta inicial foi de dar continuidade aos projetos de 2019 e pela luta dos acadêmicos pela conquista de sede própria da AAL, já solicitada à prefeita Tamiko Inoue e a Secretaria Municipal de Cultura. A AAL também pretende apoiar a administração municipal e diretoria de ensino, com palestras, distribuição de livros e concursos de poesias e redação entre os alunos, no intuito de incentivar a leitura.

“Recentemente um pesquisador brasileiro revelou sua pesquisa com oitocentos universitários de Brasília, Distrito Federal, onde metade dos pesquisados apresentaram dificuldades na compreensão de textos. Um reflexo do chamado analfabetismo funcional.

Sem entrar no mérito da qualidade e eficiência do ensino brasileiro e não cairmos na armadilha, cada vez exponencial, em dar respostas rápidas e superficiais ao apontar culpados, entende-se que as Academias de Letras, país a fora, têm fundamental importância na contribuição para o Brasil reverter este preocupante resultado.

Outro dado impressionante são as reprovações do exame da Ordem dos Advogados do Brasil, juntamente com as reprovações dos novos Médicos brasileiros. Outro resultado nada animador é o que aponta o Brasil como um país que lê muito pouco.

Se, de um lado, têm-se entidades criadas com o objetivo de fortalecer e preservar a língua e a escrita, de outro, tem-se um fenômeno social que ignora convenções e acordos ortográficos e é justamente isso que os membros da AAL pretendem senão combater, ao menos melhorar o aspecto local e regional dentre os jovens”, salientou a presidente.

A próxima reunião ficou agendada para o dia 25 de janeiro, onde a diretoria da AAL pretende apresentar os novos projetos para 2020, com grandes projeções para este ano como a realização da “Feira do Livro”.