Quinta-Feira, 2 de Abril de 2020
 

ARTIGO – Eu chorei na avenida, eu chorei...

Andradina - Como andradinense brinquei meus carnavais no ATC e na ABA em toda minha juventude. Noites de alegria onde cantávamos a cabeleira do Zezé, Me dá a chupeta, dentre tantas outras marchinhas famosas, onde encontrávamos os amigos, os carros ficavam com os vidros abertos, curtíamos Brazilian Som Set, Os Janotas, A Furiosa, dentre tantos outros que animavam nossos clubes e as ruas da cidade com os desfiles das escolas de samba na Praça Moura Andrade.

Mas, na madrugada do último domingo, eu chorei ao ver nas redes sociais uma cantora que eu admirava quando cantava “E quando eu não puder pisar mais na avenida; Quando as minhas pernas não puderem aguentar; Levar meu corpo, junto com meu samba; O meu anel de bamba entrego a quem mereça usar. Antes de me despedir; deixo ao sambista mais novo, o meu pedido final: Não deixa o samba morrer”.

Pois é Alcione, a sua mangueira (com m minúsculo mesmo) não só matou o samba, como também sangrou o coração de milhões de cristãos que tem Jesus Cristo acima de tudo e de todos. A sua mangueira furou, perdeu a noção do certo e do errado apenas para atingir o presidente da República e o prefeito do Rio de Janeiro, que priorizaram as verbas públicas, para que cada folião bancasse do bolso sua diversão.

Sua mangueira se diluiu na Avenida ao atacar o Nosso único Senhor e Salvador, para agradar uma esquerda que vem destruindo países inteiros com suas ideologias furadas tanto quanto a sua mangueira. Mas a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, que é tão viva quanto o próprio Cristo que ressuscitou e está assentado ao lado do Deus Pai, diz que a blasfêmia não tem perdão.

Então sinto pena daqueles que os aplaudiram, porque Jesus Cristo sofreu na cruz pelos nossos pecados e nossas enfermidades, mas hoje nenhum homem pode agredi-lo, Ele está imune a maldade humana. Então, o mal está ai, arraigado em vocês blasfemadores dignos de dó e piedade, mas não os terão.

Então eu prefiro ainda manter na lembrança um grande artista como Benito Di Paula que canta e encanta “Em Retalhos de cetim; Eu chorei na avenida, eu chorei.

Não pensei que mentia a cabrocha que eu tanto amei”, quem sabe essa cabrocha mentirosa seria a outrora mangueira, apoiada pela Globo, uma emissora que destruiu muitas famílias com seus lixos levados para dentro de nossos lares, ou uma deputada como Érica Kokai que apresentou um projeto onde crianças e adolescentes podem fazer a cirurgia de mudança de sexo sem a autorização dos pais; a ideologia de gênero pregada nas escolas com a cartilha do então ministro da educação (?) Fernando Haddad, ou os projetos para liberação de drogas e do aborto apoiados por Marcelo Freixo e pelo namorada da Fátima Bernardes.

Então povo de Deus, nos resta chorar na Avenida, por saber de antemão qual será o fim daqueles blasfemadores, travestidos de artistas foliões. A mangueira matou o samba e a alegria do carnaval, uma festa tão bonita, que não merecia tanto lixo na Avenida e nas telas do povo brasileiro.

Márcia Canevari – Jornalista Mtb 40.732/SP – Andradina-SP.