Quarta-Feira, 26 de Junho de 2019
 

Artigo: Grupos predadores da humanidade

Amadeu Garrido de Paula, é Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados

As feras repugnantes que atuam no "front" dos ataques são um ou poucos indivíduos. No entanto, inserem-se num movimento planetário, movido por ódio a todos os grupos humanos que não sejam seus comparsas. Por meio do urânio das redes sociais, estão a destruir o mundo.

O infame da Nova Zelândia não deixa dúvidas, refere-se a uma "teoria" originária da França que se insurge contra imigrantes, para preservar a brancura europeia (o mundo sabe bem do que se trata).

A violência torpe faria sentido após a derrota de Marine Le Pen nas eleições francesas de 2017; "cultura cristã europeia e branca", mas Jesus nasceu entre os judeus e era muito mais próximo dos negros e árabes, estorricado pelas passeatas com seus discípulos sob sóis causticantes. Esses sicários mundiais têm unidade, ao buscar não só o assassinato físico, mas também de reputações, como bem observou o Ministro Toffoli.

Seguiu-se ao infame sacrifício de crianças em Suzano e antecedeu a mais uma incandescente insanidade recente na Holanda.

O que poderá nos estarrecer amanhã? Os gângsteres da morte têm obviamente de ser identificados e penalizados pelo homem racional. O universo, o cosmo e a terra não têm donos raciais tresloucados e monopolizadores de uma ética cerebrina e feroz.

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